Não existe uma regra geral que possa ser aplicada neste caso. Cada programa deve ser adaptado às demandas da situação de campo. Não obstante, devem ser observadas certas condições:
É muito importante estabelecer o propósito da vacinação
Frangos e perus de corte - A vacinação é focada na redução das perdas econômicas causadas pelas infecções pelo MPV uma vez que estas se refletem diretamente nas perdas de peso e em um resultado produtivo baixo do lote.
Poedeiras e reprodutoras (galinhas e peruas) - O foco da vacinação é proteger o oviduto contra as infecções pelo MPV, que podem resultar em quedas de produção e mudanças na qualidade interna e externa dos ovos.
A vacinação de perus de corte jovens provavelmente é feita da melhor forma na incubadora, focando-se na indução de uma proteção suficiente para cobrir todo o período de engorda. Em frangos (dependerá do tipo de vacina usada), deve ser considerada a possível interferência com vacinas contra IB/ND. Em poedeiras e reprodutoras (galinhas e peruas) os programas objetivam a proteção do oviduto. Durante o período de produção, é necessário uma proteção ampla e duradoura.
Geralmente é recomendado deixar um período de quatro a oito semanas entre as aplicações das duas vacinas vivas de MPV. Para obter o melhor efeito da vacina inativada devem ser deixadas, de preferência, de 4 a 6 semanas entre a última vacina viva e a aplicação da vacina inativada.
Para sugestões sobre os programas vacinais e os tipos de cepas vacinais, consultar a seção de informação de produtos.