Vacinas Vivas

Cepas de vacinas vivas

Existem comercialmente diversas vacinas vivas atenuadas. Essas vacinas estimulam tanto a imunidade local quanto sistêmica e algumas são eficientes na presença da imunidade materna.

Embora saibamos que existem diferentes subtipos, foi demonstrado em diversos estudos que existe um bom nível de proteção cruzada entre eles.  Vacinas atenuadas dos subtipos A ou B (de origem de peru ou de frango) protegem contra desafios com os subtipos A, B ou C. As vacinas vivas em cultivos celulares e as vacinas inativadas são utilizadas atualmente na Europa e em outras partes do mundo para controlar a doença causada pelos subtipos A e B.  A proteção fornecida pelo subtipo C contra os subtipos A e B é menor.

Exemplos de vacinas vivas:

Nobilis TRT

Vacina suave (subtipo A - tipo Peru) para a vacinação de perus contra a Rinotraqueite dos perus causada por infecções com o MPV.  Em reprodutoras pode ser usada como primovacinação antes do uso da vacina inativada (Nobilis TRT inac + combinação) Para maior informação ver Nobilis TRT

Nobilis Rhino CV

Vacina suave (subtipo B - tipo frango) para a vacinação de frangos/galinhas contra a infecção pelo MPV.  Em poedeiras e em reprodutoras pode ser usada como primovacinação antes do uso da vacina inativada (Nobilis RT inac + combinações).

Para maior informação ver Nobilis Rhino CV

Vacinas Vivas

  • Podem ser aplicadas em grandes populações (Via spray ou água de bebida).
  • São em geral mais baratas
  • Induzem proteção local e sistêmica
  • Podem causar alguma reação pós-vacinal que eventualmente são observadas durante alguns dias após da aplicação