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Programas de vacinação para a prevenção das infecções pelo Metapneumovirus aviário
Não existe uma regra geral que possa ser aplicada neste caso. Cada programa deve ser adaptado
às demandas da situação de campo. Não obstante, devem ser observadas
certas condições:
- A idade na qual é necessária a proteção contra o Metapneumovirus
-
O nível da imunidade materna ao momento da vacinação (importante para certas
vacinas vivas)
- Deve ser evitada a interferência com outras vacinações (vivas)
O enfoque da vacinação
É muito importante estabelecer o propósito da vacinação
Frangos e perus de corte - A vacinação é focada na
redução das perdas econômicas causadas pelas infecções pelo MPV uma vez
que estas se refletem diretamente nas perdas de peso e em um resultado produtivo baixo do lote.
Poedeiras e reprodutoras (galinhas e peruas) - O foco da vacinação
é proteger o oviduto contra as infecções pelo MPV, que podem resultar em quedas de
produção e mudanças na qualidade interna e externa dos ovos.
A vacinação de perus de corte jovens provavelmente é feita da melhor forma na
incubadora, focando-se na indução de uma proteção suficiente para cobrir todo
o período de engorda. Em frangos (dependerá do tipo de vacina usada), deve ser
considerada a possível interferência com vacinas contra IB/ND. Em poedeiras e
reprodutoras (galinhas e peruas) os programas objetivam a proteção do oviduto.
Durante o período de produção, é necessário uma proteção
ampla e duradoura.
O momento da vacinação
Geralmente é recomendado deixar um período de quatro a oito semanas entre as
aplicações das duas vacinas vivas de MPV. Para obter o melhor efeito da vacina
inativada devem ser deixadas, de preferência, de 4 a 6 semanas entre a última vacina viva e
a aplicação da vacina inativada.
Para sugestões sobre os programas vacinais e os tipos de cepas vacinais, consultar a
seção de informação de produtos.